quinta-feira, 3 de maio de 2012

Estou aqui...ainda estou.

Bom gentem, depois de alguns dias tratando os meninos veio a bomba: Gustavo com dengue. Semana inteira repetindo exame de sangue, mas na sexta-feira - tinha que ser na sexta-feira - internou. Caraca, ninguém merece!!! Bom ficamos o fim de semana chuvoso curtindo um hospitalzinho, nada melhor pra fazer, até que...Gabriel começa com os sintomas da alergia (o moleque é portador de alergia alimentar grave), conseguimos consultar ele no mesmo hospital que o Gu tava internado e deixamos ele aos cuidados dos meus pais. Mas eu não consegui me tranquilizar e depois de explicar para a médica a situação disse a ela: ou você interna o pequeno, ou libera o grande. Assim eu não fico!! A mulher arregalou ozolhos e não pensou duas vezes: alta pro Gustavo. Pegamos o monstro Gabriel na minha mãe e passamos no mercado pra comprar litros de Gatorade (segundo a enfermeira mais louca que eu conheci, o izotônico ajuda a aumetar as plaquetas - esclarecendo que a loucura dela não tem nada a ver com o fato do Gatorade aumentar as plaquetas, tá?!).

No mesmo fim de semana teve o chá de bebê da Bianca, minha sobrinha que está pra dar o ar de sua graça no próximo mês. Estávamos lá firmes, fortes, com dengue e crise de alergia, mas estávamos lá. No meio do evento minha prima Thais conversando com o Gustavo pergunta sobre o Gatorade ao que o rapaz responde: eu até gosto, mas ter que beber isso assim direto, némolenão!!!
E pra continuar com os micos do Gustavo lembrei de algo: num domingo resolvemos sair com os meninos pra almoçar. Família unida, almoçando juntos, uma beleza. No restaurante o Gabriel sismou que tinha que comer uma coisa que eu acho que era pirão de peixe, ou algo do gênero (perdoem minha falta de intimidade com os pratos). Diante do não identificado alimento, pedi ao Gustavo que perguntasse para a moça da cozinha se aquele prato levaria leite ou manteiga na preparação.
O garoto vai e volta com a resposta: "ela disse que só leva um pouco de leite de porco."
Eu: ? - Hã?
Ele: É mãe, ela disse leite de porco. Mas só um pouco.
Eu: Tem certeza? - Já morrendo de rir.
Ele bem sério: Tenho.
Eu rindo pacaraleo: Não seria leite de porca? Porco não dá leite.
Mauro, eu e Gabriel (sem entender nada) rindo muito.
Eu (bipolar) saindo da gargalhada e entrando na raiva: Ôo Gustavo, será que a mulher não disse leite de côco?
Ele: Sei lá, mãe!! A mulher falou "meio que" (ainda não entendo o que significa isso numa frase) pra dentro.
Eu já querendo matar: Volta lá, sua anta e pergunta de novo.

O Gabriel anda na mesma, ou seja, só faz merda, não obedece, responde, mas não sei como é a crianças mais cativante que conheço, ele também é super carinhoso, amável, abraça e beija o tempo todo. Agora ele toma banho sozinho, segundo ele já está muito grande, e num desses eventos - é realmente um evento o banho dele, tem bacia, brinquedos e tudo mais que couber no banheiro - resolvi perguntar se havia passado o sabonete e mais que rapidamente ele olha na minha cara com ar de superioridade e pergunta: Pra que, mãe? É reamente, pra que, né? Foi aí que eu percebi que depois de dias tomando banho sozinho ele não passava sabonete, talvez eu não tenha explicado a utilidade do objeto. Depois dessa genthi, ele continua a tomar os banhos sozinho, mas eu expliquei bem direitinho que precisa passar o sabonete em cada cantinho pra ficar bem limpinho...o problema é que de vez em sempre ele também pass ao sabonete em TODOS os brinquedinhos que tomam banho com ele, na bacia e no box. Segura o furação Gabriel!!

Domingo fomos passear no shopping. Estávamos Milena e eu de mãos dadas, uma gracinha. Resolvi abrir minha boca de Aderbal. Prá quê, né?!
Eu: Milena, tá chegando o dia das mães.
Ela (distraída): É, mãe.
Eu: Você vai fazer trabalho na escola, não vai?
Ela: Vou.
Eu (me achando): Você vai fazer dois trabalhos?
Ela: Não, só um.
Eu (puta da vida): E pra quem você vai dar esse trabalho?
Ela: Pra Daniele.
Eu (quase chorando de ciume): E o meu?????
Ela: O Gabriel vai fazer pra você.

Conclusão: Se não está preparada pra ouvir a resposta de uma criança sincera, nem pergunte.

 Até a próxima!!!

terça-feira, 10 de abril de 2012

Voltando à rotina...

Sumi!! Mas já voltei. Bom vamos lá. Depois do nosso retorno perdemos um tempinho até deixar-mos tudo nos conformes novamente. Sabe como é, né?! Crianças com vovô e vovó acaba em muita bagunça.
E aí começa tudo outra vez: sábado passado Gabriel começou com uma febre pela manhã, fomos ao médico que receitou antibiótico, pois o pequeno estaria com a Garganta inflamada. Depois de gastar exatos R$ 94,00 na farmácia, chego em casa e o danado do menino não tem mais nada. Mereço, né?! Mas como alegria de pobre dura pouco, de noite o Gustavo fica com febre. Dei antitérmico e esperei até o dia seguinte (domingo) e nada de melhora. Decidi que era melhor esperar até segunda-feira pra ir ao médico deles santo Dr. Roberto. Mas pra piorar o que estava ruim, no domingo a noite o Gabriel fica com as pernas vermelhas muito vermelhas. Ai ai... E aí marido?! Partimos para o Manga D'Or, espera, atende, exame, espera resultado, atende denovo, diagnóstico: mãe, é melhor levar ele amanhã no pediatra dele. Tem ou não tem que enforcar o infeliz? Respira fundo, conta até dez, cata o filho que tá destruindo alguma coisa no canto da sala, cata o marido que ficou esperando no corredor. Bora pra casa acudir o filho que ficou.
Na segunda cedinho amanheço lá no Dr. Roberto com os dois, Gustavo se escorando em tudo com um terrível mal estar e o Gabriel com as pernas vermelhas e destruindo tudo que vê pela frente. Depois da consulta e exames Dr. Roberto, salvador da minha pátria sentencia: Gustavo, pneumonia, 10 dias em casa - Gabriel, eritema viral (nunca ouvi falar), 7 dias em casa. PQP Dr. Roberto, quer me deixar maluca? Pelo menos dá pra receitar o mesmo antibiótico que a maluca me fez comprar atoa? Dá. Deu e o Gustavo tomou esse mesmo.
Agora eles já estão melhores. Já voltaram pra escola. Marido e eu estamos trabalhando. E a vida voltou ao normal.

domingo, 11 de março de 2012

Chorando chorando eu vou!!!

Entao pessoal, a semana foi corrida. Depois de muitos preparativos, o bolinho da Milena saiu. Correu tudo bem e ela adorou. Tambem precisei levar o Gustavo ao otorrino por conta de uma dor de ouvido persistente, mas depois de medicado ficou tudo bem. Ainda precisei organizar as malas para a viagem. Foi assim: bolinho da Milena no sabado, depois um jantar de aniversario de um amigo, e no domingo, os ultimos preparativos da bagagem. E a vontade de chorar que nao passou o dia inteiro. O primeiro a se despedir foi o Gustavo que queria sair correndo pra jogar bola. Depois de passar minutos no quarto comigo e com o Mauro ouvindo as recomendaçoes, ele me abraçou, me beijou e saiu com o primo. Pronto, chorei, chorei, chorei... Acabamos de nos arrumar na saida de casa eu nao queria chorar, principalmente na frente do Gabriel, por medo dele ficar chorando tambem. Na hora da despedida, sob o olhar do marido querendo me matar, se eu chorasse, abaixei, beijei, abracei, pedi pra ele se comportar e ele foi saindo de mim e correu pra continuar brincando. Entrei no carro e chorei, chorei, chorei... Bom to usando um computador publico que nao tem acento: nao me chamem de burra. To indo pessoal. Beijo beijo e ate a volta

sexta-feira, 2 de março de 2012

Surpresa!!!

Marido e eu após muito tempo, entramos de férias. Ele então, resolveu fazer uma surpresa e me convidou pra fazer um cruzeiro. Ai, ai... que delícia! Expectativa, organização, ansiedade e... lembro-me de um detalhe: os filhos não irão. Ai g-zuis, o que eu faço? Gustavo está com 12 anos e não me lembro de ter passado mais que um final de semana longe dele e ainda ligando 427 vezes pra saber se estava tudo bem. Bom, uma hora isso ia acontecer e pela cara do marido tinha que ser agora. Então tá. A vovó Janete, o vovô Guilherme e a Tia Tatá, vão dar uma forcinha. Revesamento pra dar conta deles. 
A viagem será dia 12 de março, aniversário da Milena. Pra compensar organizei um bolinho pra ela aqui em casa mesmo. A correria já começou, esse negócio de bolinho em casa dá um trabalhão. Preciso sair pra comprar tudo, organizar, fazer algumas coisas. Marcamos o parabéns pro dia 10 de março, foi ótimo assim, pois é no sábado. E no dia 12 eu e marido estaremos embarcando. Agora só preciso de um terapeuta que me faça entender que meus filhos não irão ficar traumatizados pelo resto da vida e nem precisarão fazer análise por causa de uns dias sem a mamãe. Será que eu consigo?

quarta-feira, 29 de fevereiro de 2012

Esse Gabriel!!

Vou estrear falando sobre o Gabriel, meu filho mais novo (4 anos). Dia desses, manhã de carnaval, maridão de plantão e eu SOZINHA com os três em casa. Lá pelas 10 da manhã, criançada com a corda toda, e eu não aguentando mais, resolvi atacar com psicologia infantil. Chamei os três e disse (gritando e xingando) calmamente que a mamãe estava cansada, que precisava de silêncio e que se eles ficassem quietinhos vendo um filme eu deixava eles almoçarem miojo. Gente, podem querer me matar, mas tem dias que faço qualquer coisa (até miojo) pra eles ficarem quietos. Quando eles começam, não há santo que dê jeito. Bom, eles é claro que rapidinho trataram de escolher um filme e assistir e a única coisa que eu ouvia eram as gargalhadas... Tava tudo bem, até que a vizinha chama e quando saio pra atender e olho pra janela da sala sou de cara com três cabecinhas fofocando observado pra ver quem era. Mais uma chamadinha de atenção e pronto: posso papear com a vizinha tranquilamente afinal, eles são superobedientes. Terminada a fofoca conversa, entro em casa e quase tropeço num ser estirado de barriga pra baixo no chão da sala. Com uma ?, sem entender o que está havendo abaixo um pouco pensando que o menino deve estar passando mal. Percebo que ele tá cuspindo no chão. Passa a ser o diálogo:

EU: Tá fazendo o quê aí, Gabriel?
ELE: Nada não, mãe. (ainda cuspindo)
EU: Como nada não? O que você tá cuspindo? Você colocou o que na boca?
ELE: Ração. (temos uma gatinha: Jade)
EU: Ração, Gabriel! Você quer passar mal?
ELE: (Levantando) Me dá água, então.

Lhe entrego um como com água e o moleque corre pra derramar na vasilha da Jade.

EU: GABRIEL, PARA! Você pediu água pra beber, a Jade já tem água.

Ele então vai até a pia da cozinha e joga o copo com tudo.

EU: Vai sentar esse rabinho no sofá, você tá me irritando.

Aí o moleque começa a chorar.

EU: Que foi, Gabriel? Tá chorando porque?
ELE: É que eu não tenho rabinho, eu tenho um rabão!!

Ai ai... aí eu não tinha nem mais forças de tanto rir.
Então tá, lá vai... Bom aqui nasce um novo desafio: Manter o blog sempre atualizado. Quer dizer, o desafio foi criar o blog (hehehe), atualizar é outra conversa. Mas prometo me empenhar bastante. E como promessa é dívida, tá: devo não nego. Falando sério agora. Pretendo aqui contar as peripércias dos meus filhotes -que não são poucas- e um pouco mais, se sobrar tempo e espaço...

Escolher nome de filho não é fácil, mas gente, de blog acho que é ainda pior. Depois de muito pensar, e nenhum resultado. Simplifiquei: GMG (Gustavo, Milena e Gabriel). Se um dia eu tiver outro filho, prometo que acrescento a inicial no nome dele também. rsrsrs.